Gaspar inaugura reforma de auditório com homenagem à banda do colégio

O auditório do Colégio Gaspar Silveira Martins é usado em diferentes atividades extracurriculares, como teatro, música e dança. Além disso, o espaço também serve para palestras e eventos com os alunos. No entanto, segundo o diretor Tiago Becker, o mais importante são as apresentações e os eventos voltados à comunidade.

Becker ressalta que a instituição tem, em média, dois eventos mensais que se concentram no auditório voltados à população venâncio-airense.

'O auditório representa uma das formas que temos de nos relacionar com aqueles que não são, necessariamente, alunos e nem pais de alunos', ressalta o diretor.

Para ele, se olharmos dessa maneira, será possível perceber que o local constitui uma importante 'porta de entrada' da instituição, divulgando cultura e conhecimento.

A respeito da reforma, Becker explica que existiam duas questões centrais que o Colégio gostaria de melhorar: o conforto e a acessibilidade. Nesse primeiro momento, o educandário focou no conforto do espaço e, assim, foram adquiridas novas cadeiras, a pintura foi revitalizada, novos banheiros foram construídos e a iluminação trocada.

Dois meses atrás, a mantenedora da instituição aprovou a compra e a instalação de um elevador social. O projeto é bastante arrojado, pois ampliará a escada de acesso', destaca.

ELEVADOR SOCIAL

Becker explica que em 2015 foi aprovado o Plano Estratégico e uma das metas é a garantia de acessibilidade universal em todos os ambientes escolares até 2018. Com a instalação do elevador social, o Colégio Gaspar estará dando o passo mais significativo nesse projeto.

Segundo o diretor, anos atrás, quando uma obra era realizada, pouco ou quase nada era pensando para o portador de deficiência. Felizmente, em sua opinião, a discussão sobre inclusão trouxe para a sociedade o pensamento de respeito e de oportunidades iguais.

'Atualmente, pensamos na questão da acessibilidade em toda nova obra que realizamos. Nosso principal desafio está em adaptar a infraestrutura já existente.'

Para o diretor do Gaspar, a obra que será realizada na virada do ano será um marco do projeto de acessibilidade universal.

Conforme o diretor, o maior benefício dessa reforma, será para o educandário escolar: conforto e, também, a nova tecnologia empregada. O palco, por exemplo, conta com iluminação de led e uma mesa controladora mais moderna. De acordo com Becker, somente esses aspectos já ajudarão a embelezar os eventos. Além de todas essas mudanças, o espaço possui, agora, banheiros mais amplos e também adaptados para deficiente físico. O elevador tem previsão de instalação para janeiro de 2017.


Evento de inauguração reunirá nova e antiga geração

A Banda do Colégio Gaspar Silveira Martins sempre foi um marco da instituição. Nos últimos anos, o educandário registrou um aumento significativo no número de alunos que cursam atividades musicais e se envolvem no Conjunto Instrumental. Conforme o diretor Tiago Becker, neste ano também foi retomado o projeto de canto oral que, atualmente, conta com um Coral Infantil e outro Juvenil.

Para Becker, esse presente musical é fruto de uma trajetória histórica que teve seu auge nas décadas de 1970 e 1980. Com isso, nessa inauguração, o Colégio pretende retomar aspectos significativos daquele tempo. Para tanto, a instituição convidou alunos e ex-alunos que estiveram presentes na banda em anos anteriores para apreciarem o novo espaço e, no final, participarem de um grande conjunto instrumental.

Durante à noite, haverá uma exposição de fotos, reportagens e uniformes da banda. Além da apresentação do Conjunto Instrumental e do Coral Juvenil. Da mesma maneira, algumas pessoas que marcaram a trajetória da banda serão convidados para dar seu depoimento.

Conforme o diretor, estarão presentes no evento os alunos que compõem atualmente o Conjunto Instrumental e aqueles ex-alunos que fizeram parte no auge da banda. O evento que ocorre nesta sexta-feira, 9, a partir das 20h, terá entrada será gratuita, e todos que tiverem interesse estão convidados.

Por Mônica da Cruz - Folha do Mate